Notas e esclarecimentos
Previsões – Quando resolvi escrever uma obra de ficção num futuro tão próximo, sabia que estava a correr o risco de todos os acontecimentos lá retratados serem tomados como previsões. Ainda por cima, dentro de poucos anos estaria a ser confrontado com a falibilidade dos supostos prognósticos.
Ora, a principal preocupação deste livro não foi prever o futuro. Longe disso. No fundo, as ocorrências narradas na história são apenas especulações sobre um futuro possível. E avisos sobre o que poderá acontecer, se os Estados Unidos mantiverem a escalada proibicionista e repressiva em relação aos fumadores.
Juntei ainda à receita alguns wishfull thinkings. Como quando digo que o homem chegou a Marte em 2019. Ou quando refiro que o Presidente em exercício é uma mulher. E o guisado não ficaria bem apurado sem algumas provocações QB. Á sociedade americana mais puritana quando descrevo a banalização das orgias e das relações sexuais em pleno local de trabalho, com o consentimento da entidade patronal. E ao programa espacial americano quando digo que, só “picados” pelos chineses, os Estados Unidos conseguiram pôr homens em Marte.
Enfim, deixo ao leitor a tarefa de destrinçar entre avisos, desejos e provocações, sendo que o mais importante é que a história vos divirta, ao mesmo tempo que vos põe a pensar.
Inventos – Alguns dos inventos que aparecem nesta obra, não foram concebidos por causa do livro. Só mais tarde, por necessidades do enredo, resolvi integrá-los na obra. E são, já hoje, tecnicamente possíveis.
O caso mais flagrante é o do “PrintPad”, que é apenas uma adaptação do e-book ao meio empresarial. Apesar disso, acho este conceito bastante válido e capaz de revolucionar os escritórios modernos. Acredito piamente que, se algum peso pesado da indústria informática resolver apostar nesta ideia, teremos em breve “PrintPads” em todas as secretárias. E os gastos com listagens vão mesmo baixar de forma substancial.
O “TeleFoot” (invento para o futebol) também é viável. Mas duvido que alguma vez a FIFA, ou a UEFA, se deixem convencer a autorizar o seu uso. E não é certo que melhorasse a qualidade do futebol praticado. Estou convencido que sim, mas só a experiência nos poderia dar alguma certeza.
Já a “Máquina de Fumar” é a minha ideia mais antiga (entre as que aparecem no livro). E trata-se de um invento que não estou certo de ser viável. Não tanto por causa da capacidade das baterias (aparece assim no livro por conveniência), mas por outros pormenores que não vou aqui divulgar. Contudo, se um dia chegar a ser produzido um modelo funcional, será mais um aparelho que vai mudar radicalmente a sociedade.
Ora, a principal preocupação deste livro não foi prever o futuro. Longe disso. No fundo, as ocorrências narradas na história são apenas especulações sobre um futuro possível. E avisos sobre o que poderá acontecer, se os Estados Unidos mantiverem a escalada proibicionista e repressiva em relação aos fumadores.
Juntei ainda à receita alguns wishfull thinkings. Como quando digo que o homem chegou a Marte em 2019. Ou quando refiro que o Presidente em exercício é uma mulher. E o guisado não ficaria bem apurado sem algumas provocações QB. Á sociedade americana mais puritana quando descrevo a banalização das orgias e das relações sexuais em pleno local de trabalho, com o consentimento da entidade patronal. E ao programa espacial americano quando digo que, só “picados” pelos chineses, os Estados Unidos conseguiram pôr homens em Marte.
Enfim, deixo ao leitor a tarefa de destrinçar entre avisos, desejos e provocações, sendo que o mais importante é que a história vos divirta, ao mesmo tempo que vos põe a pensar.
Inventos – Alguns dos inventos que aparecem nesta obra, não foram concebidos por causa do livro. Só mais tarde, por necessidades do enredo, resolvi integrá-los na obra. E são, já hoje, tecnicamente possíveis.
O caso mais flagrante é o do “PrintPad”, que é apenas uma adaptação do e-book ao meio empresarial. Apesar disso, acho este conceito bastante válido e capaz de revolucionar os escritórios modernos. Acredito piamente que, se algum peso pesado da indústria informática resolver apostar nesta ideia, teremos em breve “PrintPads” em todas as secretárias. E os gastos com listagens vão mesmo baixar de forma substancial.
O “TeleFoot” (invento para o futebol) também é viável. Mas duvido que alguma vez a FIFA, ou a UEFA, se deixem convencer a autorizar o seu uso. E não é certo que melhorasse a qualidade do futebol praticado. Estou convencido que sim, mas só a experiência nos poderia dar alguma certeza.
Já a “Máquina de Fumar” é a minha ideia mais antiga (entre as que aparecem no livro). E trata-se de um invento que não estou certo de ser viável. Não tanto por causa da capacidade das baterias (aparece assim no livro por conveniência), mas por outros pormenores que não vou aqui divulgar. Contudo, se um dia chegar a ser produzido um modelo funcional, será mais um aparelho que vai mudar radicalmente a sociedade.
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